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  • Numa primeira fase e graças ao apoio do programa Leader, aproveitando os terrenos adjacentes à igreija local, procurou-se criar uma infra-estrutura que se divide em três importantes áreas: espaço agrícola vocacionado para a introdução de novas culturas e novos métodos da produçao tendo em conta o estrito respeito pela natureza; um jardim de ervas aromáticas, bem como platas outrora usadas na medicina popular; casa de chá e um espaço para várias espécies animais sendo que algumas não existiam na ilha.

     

    Inaugurado em outubro de 2000 este projecto de sensibilização e educaçao nas áreas ligadas á natureza e ao ambiente, cedo contou com a colaboração de outras instituiçoes como o jardim zoológico de lisboa, a Secretaria Regional do Ambiente e Recurso Naturais, a Câmara Municipal da calheta, a junta de freguesia dos Prazeres e ainda o laboratório Regional de Engenharia Civil.

     

    Numa segunda fase e ainda com o apoio do Leader construiu-se uma estufa de secagem com produção de energia através de painéis solares e uma cozinha sendo deste modo possível comercializar o chá produzido na Quinta e as compotas ali confecionadas. Criou-se um espaço multimédia em colaboração com a Câmara Municipal da Calheta, uma minhocultura e por fim um lagar comunitário onde se produz sidra com os excedentes de maçã e pêro regional.

     

    Tendo sempre em vista a componente lúdica e pedagógica deste projecto, realizou-se uma série de actividades que contaram com a participação de muitos turistas e da população em geral e já se transformaram num cartaz da freguesia.


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  • Este projecto inaugurado em Outubro de 2000, desenvolve-se nos terrenos adjacentes à igreja local, e abrange várias áreas:

    Um pequeno espaço agrícola para a introdução de novas culturas e novos métodos de produção, tendo em conta o estrito respeito pela natureza.

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    Um jardim de ervas aromáticas, bem como plantas outrora utilizadas na medicina popular.

    Uma casa de chá onde os visitantes podem desfrutar de uma imensa variedade de chás produzidos na Quinta Pedagógica, desde a hortelã, macela, erva-cidreira, hipericão, tília entre outros.

    As ervas são utilizadas para serem consumidas na casa de chá e também comercializadas, (os interessados podem adquiri-las no Hiper Sá e na Quinta) o mesmo acontece no que se refere aos frutos produzidos na quinta que são consumidos sob a forma de gelados caseiros, compotas e até licores.

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    Não são utilizados produtos químicos no tratamento da fruta, (a abundância de joaninhas luta contra certas pragas como o piolho dos pereiros e pereiras sendo uma luta biológica…).

    Outra das vertentes do projecto foi a criação de um espaço para albergar alguns animais e são estes que na quinta fazem as delícias das crianças: patos, porcos, vacas, coelhos, galinhas, burros, e sobretudo algumas espécies que não existem na ilha como as lamas e as emas.

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    E se a visita aos jardins onde são ensinados os nomes das plantas, a sua origem e propriedades, desperta a curiosidade e o desejo de adquirir algumas plantas, e o mesmo se pode dizer em relação aos animais na medida em que muitas pessoas manifestam interesse em adquiri-los, e podemos mesmo verificar na população local, o recuperar de velhos hábitos como seja a criação de animas em casa, que podem tratar despendendo pouco tempo, e conseguindo produtos de melhor qualidade.

     

    Em construção, e com o apoio da Laboratório Regional de Engenharia Civil, uma estufa de secagem das plantas e dos frutos ali produzidos a partir de uma pequena central de produção de energia através de painéis solares, a qual fornecerá também energia para iluminação dos caminhos da quinta e ainda o aquecimento de água.

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    Sendo como já se disse, um espaço de lazer mas também educacional, uma das apostas da Quinta Pedagógica tem sido a criação de condições para o contacto dos visitantes com as novas tecnologias. Assim, a Câmara da Calheta, instalou na quinta um espaço multimédia que veio permitir aos jovens e não só, condições de acesso gratuitas às novas tecnologias de informação.

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    E porque a sensibilização e educação nas áreas ligadas ao ambiente e ao respeito pela natureza passam também pelas pequenas coisas, na Quinta Pedagógica podemos ainda encontrar sistemas de aproveitamento da água das chuvas ou a criação de uma minhocultura.

    Pretende-se criar também um pequeno museu dedicado ao ciclo do trigo…

     

    E para terminar, diríamos que se a Quinta Pedagógica dos Prazeres é para muitos visitantes uma porta aberta para a compreensão do mundo rural, fazendo-o esquecer um pouco o dia a dia da vida citadina, para a população dos Prazeres, cremos que esta se tornou num espaço de redescoberta de hábitos saudáveis.